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Osesp e Thierry Fischer apresentam a Escócia de Mendelssohn

19 de outubro de 2026 · Kadu Mendes · 7 mins de leitura

Osesp e Thierry Fischer preparam uma viagem musical emocionante para o público paulista nesta semana. Com efeito, a Sala São Paulo recebe grandes concertos entre quinta-feira e sábado. Ademais, o maestro titular lidera a prestigiada Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Desta forma, a programação une obras clássicas e estreias mundiais imperdíveis.

Osesp e Thierry Fischer - foto
Osesp e Thierry Fischer – foto

A Fundação Osesp e o Governo do Estado realizam a temporada atual. Por outro lado, a Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas apoia o projeto. Com isso, a cultura clássica ganha ainda mais destaque no cenário nacional. Portanto, vale a pena conferir os detalhes desta semana especial.

Osesp e Thierry Fischer - foto
Osesp e Thierry Fischer – foto

Osesp e Thierry Fischer na Sala São Paulo

Primeiramente, a regência fica sob a batuta de Thierry Fischer. Além disso, o violonista espanhol Rafael Aguirre participa como solista convidado. Assim, o programa tem como eixo central o universo criativo de Felix Mendelssohn-Bartholdy. Por conseguinte, o público vivencia momentos de puro lirismo e grandiosidade sinfônica.

As obras de Mendelssohn no programa

Emoldurando o repertório, aparecem duas criações célebres do autor alemão. Por exemplo, a abertura As Hébridas destaca-se pelo clima misterioso. Em seguida, a Sinfonia nº 3 encerra o arco escocês com maestria. Entretando, há muito mais para apreciar no palco da Sala São Paulo.

Osesp e Thierry Fischer - foto
Osesp e Thierry Fischer – foto

Osesp e Thierry Fischer e a música brasileira

Posteriormente, a orquestra interpreta o prelúdio da ópera O Garatuja. Originalmente, a obra foi deixada inacabada por Alberto Nepomuceno. Com isso, a plateia percebe o talento de uma figura fundamental da nossa música. Desta forma, o programa valoriza a busca por uma identidade artística nacional.

Ademais, o evento traz uma grande novidade para os amantes da música. Originalmente concebida como uma coencomenda, a peça ganha vida própria. Assim, o intercâmbio cultural se fortalece no palco paulistano.

Osesp e Thierry Fischer - foto
Osesp e Thierry Fischer – foto

Osesp e Thierry Fischer estreiam obra latino-americana

Com efeito, o centro da noite reserva uma grande estreia mundial. Trata-se de Alturas: Concerto Latinoamericano para violão e orquestra. Por outro lado, a autoria pertence ao compositor argentino Daniel Freiberg. Com isso, a apresentação ganha um toque contemporâneo e vibrante.

O violonista Rafael Aguirre assume o papel solista com brilhantismo. Além disso, a peça dialoga com a tradição sinfônica europeia. Por fim, elementos de jazz e ritmos latinos completam a experiência sonora. Em resumo, é uma oportunidade única para expandir horizontes musicais.

Osesp e Thierry Fischer fecham com a Sinfonia Escocesa

Para encerrar a noite, a orquestra executa a grandiosa Sinfonia nº 3. Embora o autor tenha concluído a peça anos depois, a essência permanece intacta. Assim, as ruínas da Capela de Holyrood ganham som e cor. Com efeito, a dramaticidade toma conta do ambiente.

Originalmente, a viagem a Edimburgo marcou profundamente a vida do compositor. Desta forma, a música traduz perfeitamente a atmosfera daquelas paisagens. Por fim, lembre-se que a apresentação de sábado terá transmissão ao vivo. Para saber mais sobre o cenário cervejeiro e cultural, visite o brejada.com e fique por dentro das novidades.

Mais informações no site oficial: clique aqui.

O encontro entre a Osesp e Thierry Fischer nesta semana promete ser um marco no calendário cultural paulistano, consolidando a Sala São Paulo como um dos palcos mais vibrantes da cidade. A programação, que se estende de quinta-feira a sábado, não apenas reafirma a excelência da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, mas também coloca em evidência a figura do maestro titular, Thierry Fischer, cuja batuta já conquistou plateias ao redor do mundo. Sob sua direção, a orquestra embarca em uma jornada que mistura obras consagradas e estreia mundial, oferecendo ao público uma imersão completa na riqueza da música sinfônica.

A parceria entre a Fundação Osesp e o Governo do Estado, além do apoio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, reforça o compromisso institucional com a promoção da cultura clássica no Brasil. Essa temporada, em particular, ganha destaque não apenas pelo repertório, mas também pela estratégia de valorizar tanto a tradição europeia quanto a produção local e contemporânea. A Sala São Paulo, assim, transforma-se em um espaço de diálogo entre diferentes épocas e estilos, atraindo tanto os puristas quanto os curiosos pela música.

No primeiro dia do evento, a Osesp e Thierry Fischer apresentam um programa centrado nas obras de Felix Mendelssohn-Bartholdy, um dos pilares do romantismo musical. A abertura As Hébridas, com seu clima evocativo e atmosférico, abre o espetáculo, transportando os ouvintes para as paisagens escocesas que inspiraram o compositor. Segue-se a Sinfonia nº 3 (Escocesa), uma das peças mais emblemáticas do autor, que encerra o arco temático com uma grandiosidade que só a maestria de Fischer e a potência da orquestra podem oferecer. O violonista espanhol Rafael Aguirre, convidado especial, complementa a noite com sua interpretação virtuosa, elevando o lirismo do repertório mendelssohniano a um patamar de intensidade emocional.

Além das obras europeias, a programação dedica espaço à música brasileira, com destaque para o prelúdio da ópera O Garatuja, de Alberto Nepomuceno. A peça, deixada inacabada pelo compositor, ganha nova vida sob a regência de Fischer, revelando o genial potencial de Nepomuceno para a construção de melodias nacionais. Essa escolha não é apenas um tributo ao patrimônio musical brasileiro, mas também uma celebração da identidade artística do país, que muitas vezes é subestimada em comparação com as tradições europeias. O fato de a obra ter sido concebida como encomenda reforça ainda mais sua importância como ponte entre a cultura local e os padrões internacionais.

O destaque absoluto da temporada, no entanto, é a estreia mundial de Alturas: Concerto Latinoamericano para violão e orquestra, composta pelo argentino Daniel Freiberg. A peça, que integra o repertório do sábado, representa um ponto de encontro entre a tradição sinfônica europeia e as influências latinas, com toques de jazz que enriquecem a experiência sonora. Rafael Aguirre, novamente em destaque, assume o papel de solista com uma performance que equilibra técnica impecável e expressividade, enquanto a orquestra, sob a direção de Fischer, oferece um cenário sonoro que dialoga com a diversidade cultural do continente. Essa estreia não apenas enriquece o repertório da Osesp, mas também posiciona a orquestra como um agente ativo na promoção de novas vozes na música contemporânea.

A noite encerra-se com a Sinfonia nº 3 (Escocesa) de Mendelssohn, uma obra que, embora tenha sido concluída após a viagem original a Edimburgo, carrega consigo a essência das paisagens e emoções que inspiraram o compositor. Thierry Fischer e a orquestra conseguem transmitir essa dramaticidade com maestria, transformando o palco da Sala São Paulo em um espaço onde a história e a música se encontram. O evento de sábado ainda conta com transmissão ao vivo, garantindo que mesmo quem não possa comparecer presencialmente possa apreciar a riqueza desse repertório.

Para os amantes da cultura e da música, essa semana na Sala São Paulo é uma oportunidade imperdível de vivenciar a excelência da Osesp e Thierry Fischer, além de explorar as múltiplas facetas da música sinfônica, desde as raízes europeias até as inovações latino-americanas. A programação, cuidadosamente curada, não apenas celebra o legado de Mendelssohn e Nepomuceno, mas também abre portas para novas experiências sonoras, reafirmando o papel da orquestra como um farol da cultura no Brasil.

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