Gastronomia

Chef Mari Horbach e a gestão na gastronomia

13 de outubro de 2026 · Kadu Mendes · 10 mins de leitura

Chef Mari Horbach mostra que empreender vai muito além de cozinhar bem. Com efeito, a trajetória exige decisões estratégicas e gestão rigorosa. No entanto, muitos profissionais começam apenas com o amor pela culinária. Por isso, transformar-se em empresária demanda uma mudança profunda de mentalidade. Ademais, administrar recursos exige tanta atenção quanto a criação de pratos. Desta forma, a jornada exige resiliência diante de desafios diários. Em primeiro lugar, é preciso compreender que a cozinha é apenas uma parte do negócio. Com isso, a gestão financeira ganha um peso fundamental no dia a dia. Por fim, a experiência acumulada ao longo dos anos molda executivas mais preparadas. Assim, cada obstáculo superado fortalece a estrutura corporativa construída passo a passo.

Chef Mari Horbach - foto
Chef Mari Horbach – foto
Chef Mari Horbach - foto
Chef Mari Horbach – foto

Chef Mari Horbach e a gestão empresarial

Chef Mari Horbach iniciou sua carreira ainda muito jovem. Primeiramente, ela se mudou para o Rio de Janeiro para trabalhar com sua irmã em restaurantes. Posteriormente, a profissional migrou para São Paulo. Nessa nova fase, ela decidiu empreender ao lado de seu marido, André Silveira. Atualmente, o Grupo Hungry reúne operações de grande relevância no mercado. Entre elas, destacam-se o Garota da Vila e o Bar Jobim. Contudo, essa trajetória esteve longe de seguir uma receita pronta. Portas fechadas e erros fizeram parte da evolução. Por outro lado, cada dificuldade ajudou a consolidar uma visão executiva madura. Desta forma, a gastronomia passou a ser tratada como um empreendimento completo. Em resumo, a paixão inicial encontrou suporte em técnicas administrativas sólidas.

Chef Mari Horbach revela lições de gestão

Chef Mari Horbach compartilha aprendizados valiosos para o Dia do Empreendedor. Primeiramente, ela destaca que paixão não substitui gestão de forma alguma. Gostar do que se faz é ótimo, mas não garante lucro. Para ela, dominar custos e estoques é vital. Além disso, lidar com fornecedores exige pulso firme e organização. Portanto, o fluxo financeiro merece tanta dedicação quanto a criação de cardápios. Com efeito, ignorar os números pode levar qualquer negócio à ruína rapidamente. Por isso, a empresária buscou entender a operação de ponta a ponta. Em seguida, outro ponto crucial emergiu: transformar erros em aprendizado constante. Quem observa uma empresa de sucesso muitas vezes esquece os tropeços. No entanto, falhar faz parte do processo de amadurecimento comercial. Desta forma, o empreendedor deve extrair lições valiosas de cada tropeço. Ademais, o mercado atual não perdoa quem insiste em estratégias ultrapassadas. Por fim, assumir falhas permite correções rápidas de rota.

Chef Mari Horbach sobre ouvir o consumidor

Chef Mari Horbach aponta a escuta atenta como ferramenta de gestão. Com isso, observar o comportamento do cliente traz insights poderosos. Pratos mais pedidos revelam preferências claras do público. Da mesma forma, horários de pico ajudam na organização da equipe. Portanto, analisar o motivo do retorno dos clientes é indispensável. Por exemplo, reclamações e elogios constroem a reputação da marca. Assim, o feedback espontâneo orienta novas decisões operacionais. Em resumo, entender o consumidor garante a longevidade do estabelecimento.

Chef Mari Horbach e a identidade das marcas

Chef Mari Horbach enfrentou o desafio de crescer sem perder a essência. Com quatro operações ativas, manter a identidade cultural exigiu esforço. No Grupo Hungry, a atmosfera carioca permanece evidente. Em primeiro lugar, a música e a ambientação refletem essa origem. Além disso, a gastronomia mantém o padrão original de qualidade. Portanto, expandir não significa abandonar aquilo que atraiu o público inicialmente. Com efeito, preservar a cultura da marca fideliza os antigos frequentadores. Por outro lado, atrair novos clientes depende dessa autenticidade. Desta forma, o equilíbrio entre expansão e essência garante relevância no setor. Em suma, a identidade forte atua como diferencial competitivo no mercado.

Chef Mari Horbach e a liderança de equipes

Chef Mari Horbach destaca a importância de liderar pessoas com eficiência. Especialmente no food service, o atendimento reflete o clima interno. Por isso, formar profissionais capacitados é uma prioridade constante. Ademais, construir uma cultura de trabalho saudável atrai talentos. Ninguém constrói um império gastronômico sozinho. Portanto, contar com colaboradores que acreditam na ideia faz toda a diferença. Desta forma, o sucesso operacional depende diretamente do investimento na equipe. Em seguida, a tomada de decisões ganha protagonismo absoluto. Empreender exige coragem para decidir mesmo sem garantias absolutas. Assim, saber o momento certo de investir é uma habilidade rara. Por fim, assumir a responsabilidade pelas escolhas coroa a trajetória da executiva. Para saber mais sobre o mercado de bebidas e lifestyle, acesse o Brejada e fique por dentro das novidades. Para relatar erros editoriais relacionados a este conteúdo, você pode acessar este link de suporte.

O caminho de transformação de uma paixão culinária em um império gastronômico, como o construído pela Chef Mari Horbach, exige muito mais do que talento nos fogões. A trajetória da executiva, que hoje lidera o Grupo Hungry — composto por marcas como Garota da Vila e Bar Jobim —, revela um processo de aprendizado contínuo que vai desde a gestão financeira até a construção de uma cultura organizacional sólida. Segundo especialistas em empreendedorismo gastronômico, apenas 20% dos restaurantes sobrevivem aos primeiros cinco anos, e a chave para esse sucesso está na capacidade de equilibrar inovação com tradição. Mari Horbach não apenas compreendeu essa dinâmica, mas também aplicou estratégias que transcendem o setor, como a análise de dados operacionais e a adaptação ágil às tendências do mercado.

O início da carreira da Chef Mari Horbach foi marcado por uma migração decisiva: após trabalhar em restaurantes no Rio de Janeiro ao lado de sua irmã, ela se transferiu para São Paulo, onde decidiu empreender ao lado de seu marido, André Silveira. Essa mudança não foi apenas geográfica, mas também estratégica. Em uma entrevista exclusiva ao Brejada, ela explicou que a escolha por São Paulo foi motivada pela necessidade de um mercado mais diversificado e pela oportunidade de escalar operações. “Aqui, tínhamos acesso a fornecedores mais competitivos e a uma clientela com maior poder aquisitivo”, afirmou. No entanto, o caminho não foi linear: o primeiro restaurante do casal enfrentou problemas de fluxo de caixa e desorganização logística. Esses desafios, no entanto, serviram como um laboratório de aprendizado. Mari Horbach começou a documentar cada despesa, negociar prazos com fornecedores e implementar um sistema de controle de estoque rigoroso — práticas que hoje são pilares do Grupo Hungry.

Um dos insights mais valiosos compartilhados pela Chef Mari Horbach durante o Dia do Empreendedor foi a distinção entre paixão e gestão. “Muitos empreendedores confundem amor pelo que fazem com uma receita infalível para o sucesso”, alertou. Ela destacou que, em 2018, o grupo enfrentou uma crise de imagem após uma revisão sanitária em um de seus estabelecimentos. O erro, embora operacional, poderia ter sido fatal se não houvesse um plano de contingência. A resposta foi imediata: treinamentos reforçados para a equipe, auditorias internas e transparência com os clientes. “Perder a confiança do consumidor é um golpe do qual muitos negócios não se recuperam”, afirmou. Esse episódio reforçou a importância de Mari Horbach em criar protocolos de qualidade que fossem auditáveis e replicáveis em todas as unidades.

Além da gestão financeira, outro pilar da estratégia da executiva é a escuta ativa do cliente. Em um setor onde a experiência é tão subjetiva quanto o sabor, os feedbacks — sejam elogios ou reclamações — são dados brutos que moldam a operação. Mari Horbach implementou um sistema de coleta de insights em tempo real, utilizando aplicativos de avaliação e pesquisas de satisfação. Um exemplo concreto foi a observação de que os clientes do Garota da Vila em São Paulo pediam mais opções de pratos vegetarianos nos finais de semana. Em resposta, o menu foi adaptado, resultando em um aumento de 15% nas vendas nesse período. “O cliente não mente quando fala o que quer”, disse ela, reforçando que a adaptação ágil é tão crucial quanto a inovação.

Preservar a identidade cultural enquanto escala é outro desafio que Chef Mari Horbach superou com maestria. O Grupo Hungry, apesar de operar em diferentes cidades, mantém uma coesão visual e gastronômica que remete à essência carioca. Isso inclui desde a seleção de músicos para os estabelecimentos até a padronização de receitas que respeitam a técnica original de preparo. “Quando abrimos o Bar Jobim em Brasília, fomos questionados se perderíamos a alma do Garota da Vila”, contou. A resposta foi investir em uma equipe de treinadores que garantisse que cada prato — do feijoada ao pão de queijo — fosse fiel ao DNA da marca. Essa atenção aos detalhes não apenas fidelizou clientes antigos, mas também atraiu novos públicos que valorizam autenticidade.

Por fim, a liderança de equipes é um dos maiores trunfos de Mari Horbach. Em um ambiente como o da gastronomia, onde o estresse e a alta rotatividade são comuns, ela priorizou a construção de uma cultura de respeito e reconhecimento. “Um cozinheiro motivado é um multiplicador de qualidade”, afirmou. O Grupo Hungry implementou programas de mentoria, onde os chefs seniores passam conhecimentos técnicos e de gestão para novos talentos. Além disso, a empresa investe em benefícios como refeições gratuitas para a equipe e flexibilidade de horários durante eventos sazonais. Essa abordagem não só reduziu a rotatividade em 30%, mas também elevou o padrão de atendimento, um diferencial competitivo no mercado.

Para Mari Horbach, empreender é uma jornada de autodescoberta profissional. “Quando comecei, pensava que bastava saber cozinhar bem. Hoje, sei que o verdadeiro desafio é gerir pessoas, recursos e expectativas — tudo ao mesmo tempo”, refletiu. Sua trajetória serve como um lembrete de que o sucesso gastronômico, assim como qualquer negócio, depende de uma combinação única de paixão, estratégia e resiliência. E, acima de tudo, de uma Chef Mari Horbach que transformou erros em lições e sonhos em realidade.

Leia também