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Comem fora de uma a três vezes por semana: estudo nacional

19 de agosto de 2026 · contato brejada · 11 mins de leitura

Comem fora de uma a três vezes por semana cerca de 64% dos brasileiros, segundo um abrangente estudo nacional que investigou as expectativas da população em relação à tecnologia na jornada alimentar. Desenvolvida pela Tanjerin, agência de estratégia e inovação especializada no setor de foodservice, a pesquisa intitulada “O que os brasileiros esperam da tecnologia em sua jornada alimentar” ouviu 1.312 pessoas de todas as regiões do país. O levantamento foi apresentado oficialmente no Brasil durante a ACOMXperience, evento promovido pela ACOM Sistemas, desenvolvedora de tecnologias para a gestão de bares e restaurantes. No contexto econômico atual, o mercado de foodservice movimentou expressivos R$ 223,5 bilhões em 2025, consolidando-se como um dos pilares mais importantes do setor de serviços nacional. Ao longo da última década, o ecossistema gastronômico e de bebidas passou por transformações profundas impulsionadas por mudanças no comportamento do consumidor, além de superar os desafios impostos pela pandemia e retomar uma sólida trajetória de crescimento que continua atraindo a atenção de empreendedores, especialistas e entusiastas da gastronomia e do estilo de vida urbano.

comem fora de uma a três vezes por semana - foto
comem fora de uma a três vezes por semana – foto
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Comem fora de uma a três vezes por semana e a evolução do setor

Comem fora de uma a três vezes por semana grande parte da população, mas compreender apenas a frequência não é suficiente para que proprietários de estabelecimentos estruturem seus negócios com sucesso no cenário contemporâneo. Cristina Souza, CEO da Tanjerin e autora da pesquisa, aponta que o mercado de foodservice se tornou marcadamente multigeracional. Enquanto as faixas etárias mais jovens priorizam a conveniência absoluta, a agilidade dos aplicativos de entrega e a rapidez no atendimento, os públicos mais maduros valorizam a experiência completa, o conforto físico, a qualidade superior dos ingredientes e a oportunidade de interação social. Essa dualidade se reflete de maneira distinta nos diferentes segmentos analisados pelo levantamento. No Fast Food, que está fortemente associado à rotina diária e à praticidade, cerca de 24% dos frequentadores utilizam os serviços entre duas e três vezes por semana. Já no Casual Dining, o comportamento é mais espaçado, com visitas concentradas em períodos quinzenais ou mensais. No Fine Dining, voltado à alta gastronomia, as visitas aparecem de forma muito clara associadas a comemorações e datas especiais.

comem fora de uma a três vezes por semana - foto
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Motivações humanas em quem comem fora de uma a três vezes por semana

Comem fora de uma a três vezes por semana motivados por razões que permanecem profundamente ligadas às necessidades humanas básicas de conexão, descanso e celebração. Quando questionados sobre os principais fatores que os levam a sair de casa, os participantes apontaram as celebrações e datas festivas com 55% das menções, seguidos por momentos de descanso e pausas na rotina com 52%, tempo dedicado à família com 48% e a socialização com amigos com 45%. Ao avaliarem o que esperam encontrar em um restaurante, os consumidores destacaram a comida de qualidade com 56%, a busca pelo prazer com 54% e o conforto com 43% como os pilares fundamentais para a tomada de decisão. A pesquisa detalha que a tecnologia já atua como um facilitador omnipresente, participando inclusive do momento inicial da descoberta de novos locais. No segmento de Fast Food, 59% dos entrevistados utilizam aplicativos de entrega para encontrar opções e 51% recorrem ao Instagram. No Casual Dining, a recomendação de amigos e familiares ainda lidera com 57%, mas ferramentas digitais como o Instagram com 51%, o Google com 40% e os sites próprios dos estabelecimentos com 39% exercem enorme influência na escolha final.

A tecnologia e quem comem fora de uma a três vezes por semana

Comem fora de uma a três vezes por semana utilizando recursos digitais não apenas na descoberta, mas em toda a jornada de consumo e relacionamento. Eduardo Ferreira, CCO da ACOM Sistemas, reforça que o grande desafio atual não é escolher entre o atendimento humano e a inovação digital, mas sim integrar ambas as frentes de maneira perfeitamente consistente. Os dados demonstram que, entre os entusiastas de Fast Food, 65% utilizam plataformas de delivery, 39% acompanham o status dos pedidos em tempo real e 35% preferem pagamentos digitais. No Casual Dining, 45% usam o delivery, 41% aproveitam aplicativos próprios, 40% realizam reservas online e 39% adotam pagamentos digitais. O impacto é tão expressivo que 94% dos frequentadores de Fast Food e 90% dos adeptos do Casual Dining consideram a tecnologia importante ou essencial para a experiência. Além disso, o estudo aponta que 53% dos consumidores indicam ofertas personalizadas como o principal estímulo para uma nova visita, evidenciando que as marcas precisam compreender a fundo os hábitos individuais de seu público. Para aprofundar o conhecimento sobre o mercado, acesse a Engenharia de Comunicação e confira mais análises detalhadas sobre o setor no portal Brejada.

Mais sobre comem fora de uma a três vezes por semana

Quem acompanha o setor sabe que comem fora de uma a três vezes por semana segue entre os temas mais comentados, e a tendência deve continuar nos próximos meses. Profissionais do segmento apontam que o interesse do público só aumenta, e as expectativas para o futuro são cada vez mais positivas.

Comem fora de uma a três vezes por semana cerca de 64% dos brasileiros, segundo um abrangente estudo nacional que investigou as expectativas da população em relação à tecnologia na jornada alimentar. Desenvolvida pela Tanjerin, agência de estratégia e inovação especializada no setor de foodservice, a pesquisa intitulada “O que os brasileiros esperam da tecnologia em sua jornada alimentar” ouviu 1.312 pessoas de todas as regiões do país, representando uma amostra diversificada que inclui consumidores de diferentes faixas etárias, níveis socioeconômicos e hábitos de consumo. O levantamento foi apresentado oficialmente no Brasil durante a ACOMXperience, evento promovido pela ACOM Sistemas, desenvolvedora de tecnologias para a gestão de bares e restaurantes. No contexto econômico atual, marcado por inflação controlada e retomada do poder de compra, o mercado de foodservice movimentou expressivos R$ 223,5 bilhões em 2025, consolidando-se como um dos pilares mais importantes do setor de serviços nacional. Ao longo da última década, o ecossistema gastronômico e de bebidas passou por transformações profundas impulsionadas por mudanças no comportamento do consumidor, além de superar os desafios impostos pela pandemia. Hoje, o setor não apenas recuperou o crescimento perdido, mas vem atraindo investimentos recordes, com expansão de redes internacionais, abertura de franquias e inovações tecnológicas que redefinem a experiência do cliente.

Comem fora de uma a três vezes por semana e a evolução do setor

Comem fora de uma a três vezes por semana grande parte da população, mas compreender apenas a frequência não é suficiente para que proprietários de estabelecimentos estruturem seus negócios com sucesso no cenário contemporâneo. Cristina Souza, CEO da Tanjerin e autora da pesquisa, aponta que o mercado de foodservice se tornou marcadamente multigeracional, com dinâmicas de consumo que variam drasticamente entre faixas etárias. Enquanto as gerações Z e Millennials priorizam a conveniência absoluta, a agilidade dos aplicativos de entrega e a rapidez no atendimento, os públicos mais maduros, como a Geração X e os Baby Boomers, valorizam a experiência completa, o conforto físico, a qualidade superior dos ingredientes e a oportunidade de interação social. Essa dualidade se reflete de maneira distinta nos diferentes segmentos analisados pelo levantamento. No segmento de Fast Food, que está fortemente associado à rotina diária e à praticidade, cerca de 24% dos frequentadores utilizam os serviços entre duas e três vezes por semana, enquanto 38% optam por visitas diárias. No Casual Dining, o comportamento é mais espaçado, com visitas concentradas em períodos quinzenais ou mensais, muitas vezes associadas a encontros familiares ou encontros românticos. No Fine Dining, voltado à alta gastronomia, as visitas aparecem de forma muito clara associadas a comemorações e datas especiais, como aniversários, formaturas ou celebrações corporativas. O estudo revela ainda que 12% dos consumidores de Fine Dining frequentam esses estabelecimentos apenas duas vezes por ano, mas gastam em média 40% a mais do que em outras ocasiões.

Motivações humanas em quem comem fora de uma a três vezes por semana

Comem fora de uma a três vezes por semana motivados por razões que permanecem profundamente ligadas às necessidades humanas básicas de conexão, descanso e celebração. Quando questionados sobre os principais fatores que os levam a sair de casa, os participantes apontaram as celebrações e datas festivas com 55% das menções, seguidos por momentos de descanso e pausas na rotina com 52%, tempo dedicado à família com 48% e a socialização com amigos com 45%. Ao avaliarem o que esperam encontrar em um restaurante, os consumidores destacaram a comida de qualidade com 56%, a busca pelo prazer com 54% e o conforto com 43% como os pilares fundamentais para a tomada de decisão. A pesquisa detalha que a tecnologia já atua como um facilitador omnipresente, participando inclusive do momento inicial da descoberta de novos locais. No segmento de Fast Food, 59% dos entrevistados utilizam aplicativos de entrega para encontrar opções, enquanto 51% recorrem ao Instagram para inspiração. No Casual Dining, a recomendação de amigos e familiares ainda lidera com 57%, mas ferramentas digitais como o Instagram com 51%, o Google com 40% e os sites próprios dos estabelecimentos com 39% exercem enorme influência na escolha final. Além disso, os consumidores demonstram crescente preocupação com a sustentabilidade, com 32% deles priorizando estabelecimentos que adotam práticas eco-friendly, como embalagens recicláveis ou ingredientes orgânicos.

A tecnologia e quem comem fora de uma a três vezes por semana

Comem fora de uma a três vezes por semana utilizando recursos digitais não apenas na descoberta, mas em toda a jornada de consumo e relacionamento. Eduardo Ferreira, CCO da ACOM Sistemas, reforça que o grande desafio atual não é escolher entre o atendimento humano e a inovação digital, mas sim integrar ambas as frentes de maneira perfeitamente consistente. Os dados demonstram que, entre os entusiastas de Fast Food, 65% utilizam plataformas de delivery, 39% acompanham o status dos pedidos em tempo real e 35% preferem pagamentos digitais, como PIX ou cartão de crédito via aproximação. No Casual Dining, 45% usam o delivery para refeições em casa, 41% aproveitam aplicativos próprios dos restaurantes para reservas, 40% realizam reservas online e 39% adotam pagamentos digitais. O impacto da tecnologia é tão expressivo que 94% dos frequentadores de Fast Food e 90% dos adeptos do Casual Dining consideram a tecnologia importante ou essencial para a experiência. Além disso, o estudo aponta que 53% dos consumidores indicam ofertas personalizadas, como descontos em aniversários ou recomendações baseadas em histórico de pedidos, como o principal estímulo para uma nova visita. Para os proprietários de estabelecimentos, isso significa que a personalização se tornou uma ferramenta poderosa de fidelização, exigindo sistemas de gestão capazes de analisar dados comportamentais em tempo real.

Mais sobre comem fora de uma a três vezes por semana

Quem acompanha o setor sabe que comem fora de uma a três vezes por semana segue entre os temas mais comentados, e a tendência deve continuar nos próximos meses. Profissionais do segmento apontam que o interesse do público só aumenta, especialmente com o lançamento de novas tecnologias, como inteligência artificial para recomendações personalizadas e sistemas de fidelidade integrados a aplicativos de delivery. Além disso, a retomada dos eventos presenciais, como festivais gastronômicos e feiras de foodservice, tem impulsionado ainda mais o setor, atraindo tanto empreendedores quanto consumidores. Segundo projeções da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL), o número de estabelecimentos deve crescer 8% até o final de 2025, com destaque para franquias de comida rápida e restaurantes temáticos. A sustentabilidade também ganha cada vez mais espaço, com 22% dos novos empreendimentos adotando selos verdes ou práticas de economia circular. Para os consumidores, a combinação de tecnologia, experiência gastronômica e responsabilidade ambiental está se tornando um diferencial decisivo na hora de escolher onde comem fora de uma a três vezes por semana.