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Seafood Show Latin America 2026 debate o comércio

21 de outubro de 2026 · Kadu Mendes · 8 mins de leitura

Seafood Show Latin America 2026 acontece no Distrito Anhembi, localizado na cidade de São Paulo. O evento reúne grandes nações produtoras até a próxima quinta-feira (22/10). Assim, o encontro debate os rumos e os desafios do comércio internacional de pescado.

Seafood Show Latin America - foto
Seafood Show Latin America – foto

Portanto, o mercado mundial de pescado passa por um momento de grande expansão. Com efeito, o setor movimenta cerca de US$ 184 bilhões em todo o planeta. Desse modo, o crescimento é impulsionado pela aquicultura global.

Ademais, a atividade superou pela margem inédita de 100 milhões de toneladas. Com isso, ela se consolida como pilar essencial do abastecimento. Por outro lado, a pesca extrativa enfrenta limites claros de exploração.

Seafood Show Latin America e o mercado global

Durante a Seafood Show Latin America, autoridades debatem o futuro dos polos produtivos. Por exemplo, Brasil, Vietnã e Chile compartilham experiências valiosas. No entanto, os três países enfrentam óbvios problemas em comum.

Dessa forma, a volatilidade dos custos afeta toda a cadeia produtiva atual. Além disso, barreiras comerciais e exigências sanitárias dificultam as vendas. Por fim, há urgência em agregar valor para ampliar lucros.

Nesse contexto, a representante To Thi Tuong trouxe a visão vietnamita. Ela atua como secretária geral adjunta na VASEP. Assim, explicou que o Vietnã levou trinta anos para atingir a excelência.

O sucesso do Vietnã e do Chile

Atualmente, o país asiático brilha na piscicultura mundial. Com efeito, a tilápia é o grande destaque dessa produção. Por outro lado, o Chile aposta forte no salmão em cativeiro.

Conforme explicou Patrício Melero, presidente da SalmonChile, o modelo funciona. Desta forma, noventa e cinco por cento de tudo é exportado. Além disso, os Estados Unidos lideram as compras externas.

Por fim, o Brasil aparece como o segundo principal parceiro comercial. Portanto, a América Latina ganha relevância no cenário internacional. Com isso, o debate na feira ganha ainda mais peso.

Seafood Show Latin America destaca o avanço do Brasil

Francisco Medeiros, diretor presidente da PeixeBR, participou ativamente. Primeiramente, ele lembrou que o Brasil iniciou sua profissionalização há 15 anos. Assim, o país registrou crescimento anual de 10% recentemente.

Entretanto, as exportações brasileiras ainda continuam pequenas. Por exemplo, o forte mercado interno absorve grande parte da oferta. Ademais, Medeiros citou que a atividade é muito regulamentada.

Apesar disso, o setor comemora um marco histórico alcançado. Em 2025, a piscicultura superou a marca de 1 milhão de toneladas. Desse total, a tilápia somou 707.495 toneladas cultivadas.

A riqueza do pescado amazônico na feira

O Brasil exibe mais de duas mil espécies comerciais de pescado. Por isso, a valorização regional ganha espaço no evento. Em seguida, o palco Seafood Service Show apresentou um belo corte.

Trata-se da desossa e filetagem de um pirarucu gigante. O animal pesava cerca de 140 kg no momento da demonstração. Com efeito, a ação destacou a riqueza da nossa fauna.

Vinícius Lopes, do IABS, detalhou essa iniciativa sustentável. Ele atua pelo Projeto Rural Sustentável Amazônia na região. Assim, o trabalho envolve cinco organizações socioprodutivas locais.

Seafood Show Latin America e a sustentabilidade

O apoio contínuo busca melhorar os processos produtivos locais. Portanto, capacitações e assistência técnica são fundamentais. Com isso, as comunidades entregam produtos com muito mais qualidade.

Dessa forma, a agregação de valor beneficia os manejadores amazônicos. Ana Alice Oliveira de Britto, da Asproc, explicou os detalhes. Ela atua como coordenadora comercial da entidade rural.

Segundo ela, a logística também recebe atenção especial. Além disso, a venda envolve dezenas de áreas produtivas. Assim, garante-se um preço justo para a população consumidora.

Preservação e impacto social positivo

O manejo correto do pirarucu traz outras grandes vantagens. Por exemplo, ele ajuda a preservar espécies como o tambaqui. Ademais, aumenta a oferta de comida para a sociedade.

Para conhecer detalhes visuais da feira, acesse a página oficial de imagens. O evento segue movimentando o setor até o encerramento.

Em resumo, o encontro consolida parcerias estratégicas importantes. Por fim, o Brasil mostra sua força na produção aquícola. Visite também o portal brejada.com para mais novidades.

Mais sobre Seafood Show Latin America

Quem acompanha o setor sabe que Seafood Show Latin America segue entre os temas mais comentados, e a tendência deve continuar nos próximos meses. Profissionais do segmento apontam que o interesse do público só aumenta, e as expectativas para o futuro são cada vez mais positivas.

O Seafood Show Latin America 2026, realizado no Distrito Anhembi de São Paulo, não apenas reúne os principais players do setor como também se consolida como um termômetro das tendências globais do mercado de pescado até o encerramento previsto para a próxima quinta-feira (22/10). O evento, que congrega nações como Brasil, Vietnã e Chile, reflete a crescente importância da América Latina no cenário internacional, onde a demanda por soluções inovadoras e sustentáveis ganha destaque.

O mercado global de pescado, que movimenta cerca de US$ 184 bilhões anualmente, enfrenta desafios estruturais, mas também impulsiona um crescimento impulsionado pela aquicultura, que já ultrapassou a marca histórica de 100 milhões de toneladas produzidas. Nesse contexto, o Seafood Show Latin America se apresenta como um espaço estratégico para discutir não apenas os desafios da cadeia produtiva, mas também as oportunidades de expansão, especialmente em um setor onde a volatilidade dos custos e as barreiras comerciais são constantes. A feira aborda ainda a necessidade urgente de agregar valor aos produtos, um tema central para países como Brasil, Vietnã e Chile, que buscam aumentar sua competitividade no mercado internacional.

Durante o evento, autoridades e especialistas reforçaram a relevância da Seafood Show Latin America como palco de debates sobre os polos produtivos globais. To Thi Tuong, secretária geral adjunta da VASEP (Vietnamese Association of Seafood Exporters and Producers), destacou que o Vietnã, líder mundial na piscicultura, levou três décadas para atingir o patamar atual de excelência, com a tilápia como estrela da produção. Enquanto isso, o Chile, sob a liderança de Patrício Melero, presidente da SalmonChile, reafirmou o sucesso do modelo de exportação de salmão em cativeiro, onde 95% da produção é destinada ao exterior, com os Estados Unidos como principal destino. O Brasil, por sua vez, emerge como o segundo maior parceiro comercial do Chile, reforçando a importância da América Latina como região estratégica no comércio global de pescado.

O Brasil, que iniciou sua profissionalização no setor há 15 anos, registrou um crescimento anual de 10% recentemente, segundo Francisco Medeiros, diretor-presidente da PeixeBR. Apesar das exportações ainda serem modestas em comparação ao mercado interno, o país alcançou um marco histórico em 2025: a piscicultura superou a marca de 1 milhão de toneladas, com a tilápia respondendo por 707.495 toneladas cultivadas. Essa evolução reflete o esforço contínuo do setor em se modernizar e se adequar às demandas globais, mesmo diante de uma regulamentação rigorosa que ainda limita parte do potencial exportador.

Um dos destaques do Seafood Show Latin America foi a apresentação da riqueza do pescado amazônico, com mais de duas mil espécies comerciais registradas no Brasil. O palco Seafood Service Show trouxe uma demonstração impactante: a desossa e filetagem de um pirarucu gigante, que pesava cerca de 140 kg no momento da apresentação. Essa iniciativa não apenas destacou a biodiversidade brasileira como também reforçou o compromisso com a sustentabilidade, um tema central no evento. Vinícius Lopes, do IABS (Instituto Amazônico de Desenvolvimento Sustentável), explicou que o Projeto Rural Sustentável Amazônia, em parceria com cinco organizações socioprodutivas locais, busca melhorar os processos produtivos por meio de capacitações e assistência técnica, garantindo produtos de maior qualidade e valor agregado.

A coordenadora comercial da Asproc (Associação dos Produtores de Pirarucu), Ana Alice Oliveira de Britto, detalhou como a logística e a comercialização são estruturadas para beneficiar diretamente as comunidades produtoras. Segundo ela, a venda abrange dezenas de áreas produtivas, assegurando não apenas um preço justo para os manejadores amazônicos, mas também a preservação de espécies como o tambaqui, além de aumentar a oferta de alimento para a sociedade. Essa abordagem integrada entre produção, logística e comercialização exemplifica como o Brasil está alinhando seu setor aquícola às demandas de sustentabilidade e impacto social positivo, temas que ganham cada vez mais espaço no Seafood Show Latin America.

O evento, que segue até o encerramento, não apenas consolida parcerias estratégicas como também reforça a posição do Brasil como um dos principais players da América Latina no mercado global de pescado. Com iniciativas como a valorização do pirarucu e a profissionalização da cadeia produtiva, o país demonstra capacidade de inovação e adaptação, elementos essenciais para enfrentar os desafios do setor. Para os interessados em acompanhar as novidades e detalhes visuais do Seafood Show Latin America, a página oficial de imagens e o portal brejada.com oferecem conteúdo atualizado sobre as discussões e avanços apresentados durante o evento.