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World Class 2026: Michell Agues representa o Brasil na final

20 de outubro de 2026 · Kadu Mendes · 8 mins de leitura

World Class 2026 é o grande palco onde o bartender brasileiro Michell Agues brilha atualmente. Após vencer a etapa nacional, ele representa o Brasil na final global da competição. Este evento é considerado o maior e mais prestigiado do mundo na coquetelaria. A disputa começou no dia 18 e segue até 23 de outubro na Escócia. O torneio é promovido pela Diageo e celebra a excelência técnica e criatividade.

World Class 2026 - foto
World Class 2026 – foto

A trajetória de Michell Agues no World Class 2026

Michell Agues construiu uma carreira sólida ao longo de duas décadas. Ele dedica sua vida profissional à coquetelaria e à hospitalidade com muita paixão. Além disso, ele é sócio da Bar Skull, empresa focada em bares. Esta companhia atua no mercado há dez anos com grande sucesso. Por outro lado, ele também lidera uma escola de coquetelaria chancelada pela UFRJ.

Experiência e formação do competidor brasileiro

Sua escola já formou mais de 3 mil alunos até o momento. Ademais, o bartender acumula mais de 150 consultorias realizadas pelo Brasil. Ele também conquistou 14 títulos em competições internacionais de coquetelaria e flair. Portanto, sua bagagem técnica é vasta e muito respeitada no setor. Ele foi vice-campeão do World Class Brasil em 2022 e 2025.

Em maio deste ano, Michell alcançou finalmente o primeiro lugar nacional. Esta vitória veio após três participações anteriores na competição. Agora, ele leva toda essa experiência para o palco global na Escócia. Com efeito, ele busca apresentar a técnica e a diversidade brasileira ao mundo. Sua jornada inspira muitos profissionais que buscam excelência na área.

Desafios técnicos da final do World Class 2026

A final global coloca os participantes diante de desafios intensos. Eles devem explorar diferentes dimensões da profissão de bartender. Por exemplo, a precisão na execução de receitas é fundamental. Além disso, a criação de sabores inéditos é testada constantemente. Em resumo, o domínio técnico se une à capacidade de inovar com identidade.

Os competidores enfrentam provas com marcas do portfólio Diageo. Primeiramente, eles participam de harmonizações a bordo do trem The Singleton. O destino dessa viagem é a Destilaria Glen Ord, em Inverness. Posteriormente, há o desenvolvimento de um drinque pronto para consumo. Este desafio específico utiliza o destilado Don Julio Reposado.

Ademais, ocorrem desafios de precisão técnica com Ketel One. Eles envolvem o preparo de martínis e degustações às cegas. Também há criação de drinques com ingredientes surpresa. Já com Tanqueray N° TEN, a inovação é o foco principal. Por fim, a etapa com Johnnie Walker conecta coquetéis a músicas. Estas canções representam a trajetória profissional de cada competidor.

O impacto global e cultural do World Class 2026

World Class 2026 funciona como uma plataforma de desenvolvimento. A iniciativa está presente em mais de 50 países atualmente. Ela conecta uma comunidade internacional de especialistas e mentores. Dessa forma, promove intercâmbio cultural e aprimoramento técnico contínuo. O programa amplia a visibilidade para profissionais em diferentes estágios.

Ao incentivar a troca de conhecimentos, o padrão da indústria eleva-se. A coquetelaria ganha reconhecimento como expressão cultural e inovação. Além disso, o trabalho se conecta a outras iniciativas da Diageo. Podemos citar o Diageo Bar Academy, que oferece treinamentos constantes. Da mesma forma, o Learning For Life é fundamental no setor.

O programa Learning For Life busca ampliar a empregabilidade. No Brasil, ele já impactou mais de 33 mil pessoas. Além disso, treinou mais de 2 mil novos bartenders em 2025. Com isso, a Diageo reforça o compromisso com a formação profissional. Essas ações fortalecem um ecossistema qualificado em todo o país.

Legado brasileiro na história da competição

Ao longo da história, outros brasileiros brilharam no evento. Paulo Freitas foi destaque em 2012, seguido por Gabriel Santana. Santana conquistou o título nacional no ano de 2019. Posteriormente, Vinicius Demian venceu em 2022 e Ariel Todeschini em 2025. Agora, Michell Agues dá continuidade a essa trajetória vitoriosa.

Sua participação reforça a presença do Brasil no cenário internacional. Ele leva a diversidade de ingredientes e a criatividade brasileira. A riqueza das nossas referências culturais também ganha destaque global. É uma oportunidade única de mostrar o talento nacional ao mundo. Com efeito, a busca pelo título global é um marco importante.

Realizar a final na Escócia torna tudo mais significativo. O país é o berço do scotch whisky e da tradição. Por isso, oferece um contexto único para celebrar o conhecimento. A cultura da Diageo se conecta perfeitamente a esse território. Para conferir mais detalhes sobre o mercado, acesse este link. Por fim, acompanhe as novidades em nosso site brejada.com.

Mais sobre World Class 2026

Quem acompanha o setor sabe que World Class 2026 segue entre os temas mais comentados, e a tendência deve continuar nos próximos meses. Profissionais do segmento apontam que o interesse do público só aumenta, e as expectativas para o futuro são cada vez mais positivas.

O **World Class 2026**, considerado o maior e mais prestigiado evento global de coquetelaria, não apenas consolida o talento de Michell Agues como também reforça a posição do Brasil no cenário internacional da bebida. Desde sua estreia na etapa nacional, o bartender brasileiro já demonstrou uma trajetória consistente, conquistando o título em maio deste ano após três participações anteriores, incluindo vice-campeonatos em 2022 e 2025. Sua vitória não apenas coroou anos de dedicação, mas também abriu as portas para a final global, que ocorre entre os dias 18 e 23 de outubro na Escócia, um palco histórico para a coquetelaria, berço do whisky e da tradição destilada.

Ao representar o Brasil no **World Class 2026**, Michell Agues traz consigo uma bagagem impressionante: mais de 150 consultorias realizadas em todo o país, 14 títulos internacionais em competições de coquetelaria e flair, além de uma escola chancelada pela UFRJ que já formou mais de 3 mil alunos. Sua empresa, a Bar Skull, com dez anos de atuação no mercado, também contribui para a disseminação do conhecimento técnico no setor. Essa combinação de experiência prática e formação acadêmica torna sua participação não apenas uma oportunidade de título, mas um momento de representação da excelência brasileira em um evento promovido pela Diageo, referência global em bebidas premium.

O evento, além de testar habilidades técnicas, como precisão na execução de receitas e criação de sabores inéditos, também exige inovação e identidade cultural. Os competidores enfrentam desafios com marcas do portfólio Diageo, como harmonizações a bordo do trem The Singleton, direção à Destilaria Glen Ord, e provas com destilados como o Don Julio Reposado, Ketel One, Tanqueray N° TEN e Johnnie Walker. Cada etapa exige domínio técnico e criatividade, desde martínis e degustações às cegas até a criação de coquetéis com ingredientes surpresa ou a conexão entre bebidas e músicas que marcam a trajetória profissional de cada participante. Essa diversidade de desafios reflete a amplitude do **World Class 2026**, consolidando-o como um termômetro da evolução da coquetelaria mundial.

O impacto do torneio vai além da competição: o **World Class 2026** é uma plataforma que conecta mais de 50 países, promovendo intercâmbio cultural e aprimoramento técnico entre profissionais de diferentes estágios. No Brasil, iniciativas como o Learning For Life, que já impactou mais de 33 mil pessoas e treinou 2 mil novos bartenders em 2025, reforçam o compromisso da Diageo com a formação profissional. Essa rede de desenvolvimento não apenas eleva o padrão da indústria, mas também transforma a coquetelaria em uma expressão cultural reconhecida globalmente.

Michell Agues segue uma linhagem de brasileiros que já brilharam no evento, como Paulo Freitas (2012), Gabriel Santana (2019), Vinicius Demian (2022) e Ariel Todeschini (2025). Sua participação no **World Class 2026** não só mantém viva essa tradição, mas também amplia a visibilidade do Brasil, destacando a diversidade de ingredientes, técnicas e referências culturais do país. A final na Escócia, terra da tradição destilada, oferece um contexto ainda mais simbólico para que o talento nacional seja reconhecido internacionalmente, enquanto o evento continua a ser um dos assuntos mais comentados no setor, com expectativas crescentes para o futuro da coquetelaria.

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