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Travessia gastronômica: o roteiro da Lapinha ao Tabuleiro

20 de outubro de 2026 · Kadu Mendes · 8 mins de leitura

A travessia gastronômica que conecta a Lapinha da Serra à majestosa Cachoeira do Tabuleiro promete ser um marco no calendário de 2026. Entre os dias 12 e 15 de outubro, os chefs Marina Leite e Guilherme Pedroso, responsáveis pelo conceituado restaurante Casulo, guiarão este roteiro singular. Esta imersão combina o turismo de aventura com uma curadoria culinária refinada, valorizando as raízes mineiras. Com efeito, o percurso atravessa paisagens deslumbrantes da Serra do Espinhaço durante quatro dias inesquecíveis.

travessia gastronômica - foto
travessia gastronômica – foto
travessia gastronômica - foto
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A essência da travessia gastronômica em Minas Gerais

O conceito de travessia gastronômica vai muito além de uma simples caminhada por trilhas montanhosas. Originalmente, a proposta busca integrar o viajante ao território através de seus sabores mais autênticos e tradicionais. Por isso, cada parada no roteiro foi pensada para oferecer uma conexão direta com produtores e cozinheiras locais. Além disso, a presença dos chefs do Casulo garante um toque técnico e criativo a cada refeição servida.

Conexão com o território e produtores locais

O restaurante Casulo, localizado na Lapinha da Serra, é conhecido por utilizar 80% de insumos provenientes de produtores da própria região. Dessa forma, essa filosofia de valorização local é transportada para a trilha. Durante a caminhada, os participantes terão a oportunidade de degustar pães artesanais e presuntos maturados preparados por Guilherme Pedroso. Ademais, a seleção de vinhos mineiros eleva a experiência sensorial, harmonizando perfeitamente com o clima serrano.

Programação detalhada da travessia gastronômica

A jornada começa no dia 12 de outubro, com um encontro na Sempre Viva, casa de hóspedes inaugurada pelos chefs. Primeiramente, o grupo desfruta de um almoço macrobiótico antes de iniciar a subida em direção ao Rancho das Cobras. Posteriormente, o jantar de abertura propõe um diálogo entre os ingredientes do cerrado e as tradições culinárias francesas. Portanto, a travessia gastronômica estabelece desde cedo um padrão de alta qualidade e troca cultural entre os participantes.

No dia 13, a caminhada segue com um piquenique revigorante próximo ao Parauninhas, com direito a um banho refrescante nas águas da região. Em seguida, o grupo chega ao ponto de apoio do Chico Niquinho, onde o jantar é servido às 19h. Da mesma forma, o dia 14 reserva momentos marcantes, incluindo o almoço no restaurante DuKim, comandado por Marilene. Por fim, o grupo descansa na Pousada do Baú, após um dia intenso de contato com a natureza.

Sabores e tradições na travessia gastronômica

Um dos pontos altos da travessia gastronômica é a participação ativa de cozinheiras da região, que preservam técnicas ancestrais. Por exemplo, Dona Carmem apresenta a culinária tradicional do alto da Serra, acompanhada de uma bebida autoral típica do cerrado. Além disso, a chef Carol Fadel, com sua vasta bagagem cultural vinda do Jequitinhonha e da Zona da Mata, assume o jantar de chegada. Assim, o cardápio reflete a diversidade e a riqueza do patrimônio imaterial mineiro.

Logística e suporte durante o percurso

Para garantir o conforto dos caminhantes, a logística foi minuciosamente planejada pelos organizadores. O experiente guia local, Seu Geraldo, conduz o grupo com segurança por todo o trajeto. Além disso, um burrinho cargueiro é utilizado para transportar as mochilas, permitindo que os participantes caminhem com mais leveza. Com efeito, essa estrutura de apoio é essencial para que o foco permaneça na experiência da travessia gastronômica e na contemplação das paisagens naturais.

O destino final da travessia gastronômica

O ponto culminante deste roteiro é a Cachoeira do Tabuleiro, a terceira mais alta do Brasil, com seus impressionantes 273 metros de queda livre. Chegar a este monumento natural após dias de imersão cultural torna a experiência ainda mais gratificante. Posteriormente, no dia 15 de outubro, o grupo retorna à Lapinha para um almoço de encerramento na Sempre Viva. Portanto, o ciclo se fecha com uma celebração da gastronomia e da amizade construída ao longo dos quilômetros percorridos.

Informações essenciais para a travessia gastronômica

Os interessados em participar desta travessia gastronômica devem estar atentos aos detalhes do serviço e reservas. O investimento promocional é de R$ 2.500, podendo ser parcelado em 12 vezes de R$ 250. O pacote inclui três pernoites, todas as refeições, bebidas, transporte, seguro e taxas de acesso ao parque. Para garantir a vaga, é necessário entrar em contato via WhatsApp pelo número (31) 98884-9921. Desta forma, você assegura sua participação em uma das jornadas mais exclusivas de Minas Gerais.

A segurança dos participantes é uma prioridade absoluta durante todo o trajeto. Além do guia experiente, o seguro de vida está incluso na taxa de inscrição, proporcionando tranquilidade ao grupo. Ademais, a cobertura fotográfica oficial permitirá que as memórias desta aventura sejam eternizadas com qualidade. Em resumo, a travessia gastronômica é uma oportunidade imperdível para quem busca unir paladar e natureza.

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A travessia gastronômica que conecta a Lapinha da Serra à Cachoeira do Tabuleiro, em outubro de 2026, não apenas promete ser um marco no cenário turístico mineiro, mas também uma celebração da diversidade cultural e gastronômica do estado. Além dos chefs Marina Leite e Guilherme Pedroso, do restaurante Casulo, que comandarão o roteiro, a iniciativa conta com a colaboração de produtores familiares, artesãos e comunidades tradicionais que habitam a região da Serra do Espinhaço há gerações. Essa travessia gastronômica será estruturada em parceria com o Instituto Estadual de Florestas (IEF), garantindo que a trilha respeite os ecossistemas frágeis da área, preservando a biodiversidade enquanto oferece uma experiência imersiva. Os participantes terão acesso a trilhas menos exploradas, como a Gruta do Luminoso, um local sagrado para os povos indígenas da região, onde serão realizados encontros com lideranças comunitárias para compartilhar conhecimentos sobre plantas medicinais e técnicas de caça e coleta tradicionais.

O roteiro foi cuidadosamente elaborado para integrar a aventura física com momentos de aprendizado e degustação. No primeiro dia, além do almoço macrobiótico na Sempre Viva, os participantes conhecerão o trabalho da Cooperativa de Produtores Orgânicos da Serra do Espinhaço (COPSE), onde serão apresentados ao cultivo de feijões antigos, como o feijão-mulatinho, e ao processamento artesanal de queijos de leite de cabra. Guilherme Pedroso, conhecido por sua abordagem minimalista e respeito aos ingredientes, destacará a importância de ingredientes como o *mandioca-brava* e o *pequi*, nativos da região, que serão utilizados em pratos experimentais durante a trilha. Já Marina Leite, especialista em técnicas de fermentação, guiará os participantes em uma oficina de preparo de pães de farinha de milho, utilizando métodos ancestrais.

No segundo dia, a travessia gastronômica inclui uma parada no Sítio do Pico, onde os participantes poderão assistir à preparação de um moqueca de peixe-do-rio pelo pescador local, José da Silva, que compartilhará técnicas de pesca sustentável transmitidas por sua família há mais de 50 anos. O piquenique próximo ao Parauninhas será enriquecido com uma seleção de vinhos naturais da Vinícola Serra da Canastra, harmonizados com queijos de leite cru produzidos na própria região. Além disso, a chef Carol Fadel, que cresceu entre as comunidades do Jequitinhonha, ministrará uma aula sobre o uso de folhas como tempero, como a *folha-de-maria* e o *coentro-do-mato*, ingredientes-chave na culinária tradicional da região.

A logística da travessia gastronômica também foi pensada para minimizar o impacto ambiental e maximizar o conforto dos participantes. Além do burrinho cargueiro, que transportará as mochilas, a equipe contará com uma equipe de apoio composta por guias certificados pela Associação Brasileira de Agroturismo (ABAGRO) e monitores ambientais. Cada grupo será limitado a 12 pessoas para garantir uma experiência mais íntima e personalizada. Para os participantes que desejam aprofundar sua conexão com a região, haverá opções de extensão da viagem, incluindo uma visita ao Museu do Homem do Nordeste, em Diamantina, ou ao Parque Nacional da Serra da Canastra, onde poderão conhecer o trabalho de conservação de bovinos crioulos e a produção de queijos artesanais.

O investimento promocional de R$ 2.500 reflete não apenas o valor das refeições e hospedagens, mas também o compromisso com a sustentabilidade e a cultura local. Os recursos incluem a doação de 10% do valor arrecadado para o Fundo Estadual de Meio Ambiente de Minas Gerais, destinados a projetos de preservação da Serra do Espinhaço. Além disso, os participantes receberão um kit de souvenirs, que inclui uma garrafa de vinho natural da região, um livro de receitas com contribuições dos chefs e produtores envolvidos, e um certificado de participação assinado pelos organizadores. Para quem não puder participar presencialmente, a travessia gastronômica será documentada em um documentário, disponibilizado no canal oficial do Casulo no YouTube, com entrevistas exclusivas e imagens aéreas das paisagens mais impressionantes.

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