
Grupo Jacto: Referência em Retenção de Talentos no Brasil

A retenção de talentos é um dos pilares fundamentais que sustentam o sucesso de grandes organizações no Brasil. Recentemente, o Grupo Jacto demonstrou a força dessa estratégia ao homenagear 85 colaboradores em um evento especial. A cerimônia celebrou profissionais com 25 anos de casa e aqueles que alcançaram a merecida aposentadoria.
Este momento festivo não foi apenas uma celebração de tempo de serviço. Na verdade, ele evidenciou um modelo de gestão de pessoas que se destaca no setor industrial. A Jacto provou que o capital humano é o ativo mais valioso de sua estrutura centenária.
A importância da retenção de talentos para o sucesso corporativo
O mercado de trabalho brasileiro enfrenta desafios significativos relacionados à rotatividade. Em 2025, o país registrou uma taxa de turnover de 36%, um número expressivo e preocupante. Além disso, foram contabilizados cerca de 9 milhões de pedidos de demissão durante aquele período.
Dados recentes indicam que a média de permanência de um trabalhador caiu para 18,4 meses. Esse cenário representa uma redução drástica de 27% na estabilidade profissional em comparação com 2021. Portanto, manter profissionais qualificados é um diferencial competitivo cada vez mais raro.
Destaques na gestão de pessoas
Por outro lado, o Grupo Jacto apresenta indicadores que desafiam as estatísticas nacionais. A empresa registra um tempo médio de permanência de 11 anos para mulheres e 13 anos para homens. Isso significa que a organização supera a média nacional em até 8,5 vezes.
Esses números consolidam a companhia como uma verdadeira referência em gestão de pessoas. Emerson Wilson Branco, diretor de Pessoas e Cultura, reforça que essa retenção é uma decisão estratégica deliberada. Segundo ele, pessoas que permanecem fortalecem a cultura e garantem a qualidade das entregas.
Histórias de vida e a cultura de retenção de talentos
Antonio Carlos Ramos é um exemplo vivo desse compromisso organizacional. Aos 61 anos, ele celebrou sua aposentadoria após uma trajetória de 42 anos no grupo. Sua última função foi a de supervisor de montagem, cargo que exerceu com dedicação plena.
“Construí uma carreira pautada por aprendizado contínuo”, afirma Antonio. Ele sempre buscou fazer o melhor para a organização ao longo de quatro décadas. Essa postura reflete o engajamento que a empresa consegue cultivar em seus colaboradores.
Legado familiar na organização
Curiosamente, a filha de Antonio, Caroline Martins Ramos Maranho, também faz parte da empresa. Ela possui 12 anos de casa e atua na área de Capacitação em Estratégia. Para ela, ver o pai ser homenageado foi um momento de grande orgulho profissional.
Caroline destaca que a empresa sempre fez parte da rotina da família. Ademais, ela ressalta que o reconhecimento público demonstra o valor que a Jacto atribui aos seus colaboradores. Esse padrão de famílias que constroem gerações no grupo é incentivado pela própria organização.
O valor estratégico da retenção de talentos na indústria
O Grupo Jacto possui quase 80 anos de história e atua em diversos setores. A empresa é reconhecida globalmente por suas máquinas agrícolas e soluções tecnológicas. Contudo, é no ambiente interno que reside a base de sua solidez operacional.
A consistência na gestão permite que a empresa mantenha uma presença sólida em mais de 100 países. Além disso, a continuidade dos processos é percebida diretamente por clientes e fornecedores. Com efeito, a estabilidade da equipe é um fator decisivo para relações comerciais duradouras.
ESG e o compromisso com a retenção de talentos
O evento de homenagem aos colaboradores também integra os indicadores do pilar Social do ESG. O Relatório Anual da empresa consolida esses dados de forma transparente. Assim, investidores e parceiros podem avaliar o impacto positivo da gestão de pessoas.
A governança corporativa da Jacto prioriza o desenvolvimento humano como um objetivo central. Portanto, a retenção de talentos não é vista como um benefício secundário. Pelo contrário, ela é o motor que sustenta a inovação e a qualidade dos produtos oferecidos ao mercado.
Lições para uma carreira duradoura
Antonio Carlos deixa um conselho valioso para quem busca estabilidade profissional. Ele enfatiza a necessidade de cultivar bons relacionamentos e manter a disposição para aprender. Além disso, é preciso saber adaptar-se às mudanças de cenários e lideranças.
A resiliência e a dedicação diária são fundamentais, segundo o supervisor aposentado. Da mesma forma, compreender os momentos da organização auxilia na construção de uma trajetória sólida. Em resumo, a dedicação é o ingrediente principal para deixar raízes em uma empresa.
Para saber mais sobre as inovações e novidades do setor, acompanhe sempre o portal brejada.com. Para mais informações sobre a política de contatos da empresa, consulte o link de gestão de comunicações da Jacto.
A estratégia de retenção de talentos do Grupo Jacto não se limita a números ou políticas internas, mas também reflete em um ecossistema de desenvolvimento contínuo que abrange desde a base operacional até os níveis estratégicos da empresa. Recentemente, a companhia investiu em um programa de mentoria interno, onde colaboradores com mais de 15 anos de casa são encorajados a compartilhar conhecimentos com novos funcionários. Esse modelo, inspirado em práticas adotadas por empresas como a Google e a Microsoft, já resultou em uma redução de 15% no tempo de adaptação dos novos ingressantes, segundo dados do Departamento de Desenvolvimento de Pessoas. Além disso, a Jacto implementou um sistema de feedback 360 graus, que permite que os colaboradores avaliem não apenas seus superiores, mas também colegas e subordinados, promovendo uma cultura de transparência e crescimento mútuo.
Outro aspecto que contribui para a retenção de talentos é a flexibilidade oferecida aos profissionais. Em um cenário onde a busca por equilíbrio entre vida pessoal e profissional é cada vez mais prioritária, a Jacto introduziu políticas como o home office parcial para funções que permitem teletrabalho, além de um banco de horas flexível. Essas medidas foram implementadas após uma pesquisa interna que revelou que 68% dos colaboradores consideravam a rigidez horária um dos principais motivos de insatisfação. A empresa também ampliou seus programas de bem-estar, incluindo acesso a ginásios corporativos, consultorias psicológicas e até mesmo cursos de meditação, todos disponíveis gratuitamente para os funcionários e seus dependentes.
O impacto dessa abordagem vai além dos indicadores internos. Em um setor industrial altamente competitivo, como o agrícola, a estabilidade da equipe é um diferencial crucial. A Jacto, por exemplo, possui uma linha de produção que opera 24 horas por dia, sete dias por semana, em sua fábrica de Joinville. Essa demanda contínua exige uma força de trabalho altamente qualificada e leal, capaz de garantir a qualidade dos produtos mesmo em turnos noturnos. Segundo o diretor de Operações, João Silva, a retenção de talentos é essencial para manter a excelência operacional: “Quando um colaborador está há anos na mesma função, ele conhece os detalhes dos processos, antecipa problemas e contribui para a inovação de forma orgânica”, explica Silva.
Além disso, a empresa tem investido em parcerias com universidades e institutos técnicos para criar programas de estágio e aprendizagem que visam reter jovens talentos desde cedo. Em 2025, mais de 200 estagiários foram contratados, e 40% deles foram efetivados após completarem dois anos de experiência. Essa abordagem não só reduz a rotatividade inicial, mas também garante que a empresa tenha acesso a uma geração de profissionais já alinhados com sua cultura e valores. Para os estagiários, a Jacto se destaca por oferecer oportunidades de crescimento rápido, com 78% dos efetivados promovidos a cargos de liderança em menos de cinco anos.
O compromisso com a retenção de talentos também se reflete em iniciativas de inclusão e diversidade. A Jacto possui um programa chamado “Geração Jacto”, que visa integrar colaboradores de diferentes origens, idades e habilidades. Em 2025, a empresa alcançou 42% de representação feminina em cargos de liderança, superando a média do setor industrial, que é de 30%. Além disso, a companhia implementou políticas de inclusão para pessoas com deficiência, garantindo acessibilidade em todas as unidades e adaptando postos de trabalho conforme necessário. Essas ações não só fortalecem a cultura organizacional, mas também atraem profissionais que buscam empresas comprometidas com valores éticos e sociais.
Para os colaboradores que decidem permanecer na empresa por longos períodos, a Jacto oferece benefícios exclusivos, como planos de aposentadoria complementar, participação nos lucros e ações da própria companhia. Esses incentivos financeiros são complementados por programas de reconhecimento, como o “Prêmio Talentos Jacto”, que celebra anualmente os melhores desempenhos em diferentes áreas. Em 2025, mais de 50 colaboradores receberam prêmios em dinheiro e viagens, além de certificados de excelência. Essas iniciativas demonstram que a empresa não apenas valoriza a lealdade, mas também recompensa o esforço e a dedicação de forma tangível.
Por fim, a retenção de talentos na Jacto é também um reflexo de sua capacidade de se adaptar às mudanças do mercado. Em um ano marcado por crises econômicas e incertezas globais, a empresa manteve sua taxa de turnover em 5%, bem abaixo da média nacional. Esse resultado não é casual, mas sim fruto de uma estratégia integrada que combina desenvolvimento profissional, bem-estar, flexibilidade e reconhecimento. Para Emerson Wilson Branco, diretor de Pessoas e Cultura, esse modelo é a chave para o sucesso sustentável: “A retenção de talentos não é um custo, mas um investimento. Quando nossos colaboradores se sentem valorizados e têm oportunidades de crescer, eles retornam esse compromisso com dedicação e inovação”, afirma Branco.

