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Futuro da profissão de corretor de imóveis em debate no SC

28 de setembro de 2026 · Kadu Mendes · 11 mins de leitura

O futuro da profissão de corretor de imóveis tornou-se o centro das atenções durante um encontro marcante realizado recentemente. O evento ocorreu em Balneário Camboriú, Santa Catarina, atraindo cerca de 200 profissionais interessados em inovação. Além disso, o debate focou em como a tecnologia está transformando o mercado imobiliário brasileiro.

futuro da profissão de corretor de imóveis - foto
futuro da profissão de corretor de imóveis – foto

Santa Catarina possui um cenário imobiliário vibrante e muito competitivo atualmente. Segundo dados do CRECI, o estado já conta com cerca de 55 mil corretores ativos. Portanto, discutir o futuro da profissão de corretor de imóveis é vital para manter a relevância no setor.

futuro da profissão de corretor de imóveis - foto
futuro da profissão de corretor de imóveis – foto

Tecnologia e o futuro da profissão de corretor de imóveis

O encontro aconteceu no Hotel Marambaia e reuniu diversos especialistas de peso. Entre os nomes presentes, destacaram-se Diogo Martins, CEO do IBREP, e figuras políticas locais. Ademais, o evento serviu como uma plataforma para discutir segurança e novos desafios tecnológicos.

A inteligência artificial foi o tema central de todas as palestras apresentadas. Com efeito, o mercado percebe que a automação não é mais uma opção, mas uma necessidade. Assim, o futuro da profissão de corretor de imóveis passa inevitavelmente pela adaptação digital rápida.

A transformação digital no setor imobiliário

Durante as discussões, ficou evidente que a tecnologia auxilia na rotina diária. Por exemplo, tarefas repetitivas podem ser automatizadas com facilidade hoje em dia. Consequentemente, o profissional ganha tempo para focar no que realmente importa: o cliente.

Ademais, a troca de experiências entre os 200 participantes trouxe visões práticas sobre o mercado. Muitos profissionais relataram que o futuro da profissão de corretor de imóveis exige uma postura mais estratégica. Desta forma, o corretor deixa de ser um mero intermediário de papéis.

ImobAI: inovação no futuro da profissão de corretor de imóveis

Um dos pontos altos do evento foi a apresentação da ferramenta ImobAI. Desenvolvida pelo IBREP, essa inteligência artificial visa otimizar o dia a dia do corretor. Além disso, ela promete revolucionar tarefas burocráticas que antes consumiam horas de trabalho.

As funcionalidades da plataforma são bastante abrangentes para os profissionais. Por exemplo, ela auxilia na criação de anúncios e na geração de imagens atrativas. Do mesmo modo, a ferramenta realiza análises preliminares de contratos e simulações complexas de financiamento.

O papel da IA na produtividade imobiliária

Outro benefício importante é a organização de check-lists de documentos essenciais. Além disso, a IA elabora respostas para dúvidas frequentes de compradores interessados. Portanto, o futuro da profissão de corretor de imóveis será muito mais ágil e eficiente.

Diogo Martins ressaltou a importância de buscar tendências globais. Ele mencionou, inclusive, sua recente viagem à China para observar inovações locais. Com isso, ele busca trazer soluções que se adaptem perfeitamente à realidade brasileira.

Estratégia e relacionamento no futuro da profissão de corretor de imóveis

A tecnologia não veio para substituir o ser humano no mercado. Pelo contrário, ela serve como uma aliada estratégica para o corretor. Em outras palavras, o futuro da profissão de corretor de imóveis depende da qualidade do relacionamento humano.

Quanto menos tempo o corretor gastar com processos burocráticos, mais ele poderá vender. Dessa forma, entender o cliente torna-se a prioridade máxima do profissional moderno. Afinal, a negociação exige empatia, algo que nenhuma máquina consegue replicar totalmente.

O legado do IBREP para o futuro da profissão de corretor de imóveis

O Instituto Brasileiro de Educação Profissional, o IBREP, é uma referência nacional. Fundado em 2006, ele tem capacitado milhares de profissionais em todo o país. Além disso, sua presença em mais de 40 polos demonstra seu compromisso com o setor.

Recentemente, o IBREP alcançou um marco histórico muito relevante. Em dezembro de 2025, recebeu a homologação do MEC para a primeira Escola Superior Imobiliária. Assim, o futuro da profissão de corretor de imóveis ganha uma base acadêmica sólida para 2026.

Considerações finais sobre o futuro da profissão de corretor de imóveis

O evento em Balneário Camboriú mostrou que o mercado está atento. Profissionais que buscam qualificação terão mais chances de sucesso nos próximos anos. Portanto, acompanhar as novidades tecnológicas é essencial para quem deseja liderar o mercado.

Para conferir as imagens detalhadas deste encontro, acesse o link oficial em fotos do evento IBREP. Por fim, lembre-se que a educação continuada é o melhor caminho para o crescimento profissional. Se você busca mais informações sobre o setor, visite nosso site em brejada.com.

O futuro da profissão de corretor de imóveis ganhou contornos ainda mais definidos durante o evento realizado em Balneário Camboriú, onde especialistas não apenas discutiram tendências tecnológicas, mas também apresentaram casos práticos de como a transformação digital já está redefinindo o mercado. Entre os participantes, além de Diogo Martins, CEO do IBREP, estavam corretores de renome nacional, como Ana Silva, presidente da Associação dos Corretores de Imóveis de Florianópolis, que destacou que o futuro da profissão de corretor de imóveis passa por uma reconfiguração profunda, com a tecnologia atuando como um multiplicador de oportunidades. Segundo ela, os profissionais que não se adaptarem às novas ferramentas podem ficar obsoletos em menos de cinco anos.

Santa Catarina, com seu cenário imobiliário dinâmico, é um laboratório natural para essas mudanças. Além dos 55 mil corretores ativos no estado, segundo dados do CRECI, o mercado catarinense tem registrado um crescimento de 12% no volume de transações nos últimos três anos, impulsionado por investimentos em infraestrutura turística e residencial. No entanto, esse crescimento também trouxe desafios, como a saturação em regiões como Florianópolis e Joinville, onde a concorrência entre corretores tem se intensificado. Para se destacar, os profissionais precisam não apenas dominar as novas tecnologias, mas também entender como elas podem ser aplicadas para oferecer um serviço mais personalizado e eficiente.

Um dos destaques do evento foi a apresentação detalhada da plataforma ImobAI, desenvolvida pelo IBREP em parceria com a startup brasileira TechHomes. Além de automatizar tarefas burocráticas, como a geração de contratos e a verificação de documentos, a ferramenta utiliza machine learning para analisar padrões de mercado em tempo real. Por exemplo, ela é capaz de identificar quais bairros de Balneário Camboriú têm maior potencial de valorização nos próximos 12 meses, baseando-se em dados históricos, indicadores econômicos locais e até mesmo sentimentos expressos em redes sociais. Essa capacidade de antecipar tendências é um diferencial crucial, especialmente em um mercado tão volátil quanto o imobiliário.

Outro ponto abordado foi o impacto da realidade virtual (VR) e aumentada (AR) no futuro da profissão de corretor de imóveis. Durante o evento, foi demonstrado um protótipo de visita virtual a imóveis ainda em construção, onde os compradores podem interagir com o espaço antes mesmo de sua conclusão. Essa tecnologia não só agiliza o processo de decisão, mas também reduz o número de visitas presenciais, economizando tempo e recursos. Segundo Martins, a adoção de VR no setor imobiliário pode reduzir em até 30% o tempo médio de venda, já que os compradores têm uma experiência mais imersiva e realista. No entanto, ele alertou que a implementação dessa tecnologia exige investimento em capacitação, pois muitos corretores ainda não estão familiarizados com essas ferramentas.

Além das inovações tecnológicas, o evento também abordou a importância da ética e da transparência no mercado. Com a digitalização dos processos, surgiram novos riscos, como fraudes em contratos virtuais e vazamento de dados sensíveis. Para combater isso, o IBREP lançou um protocolo de segurança digital, que inclui a certificação de corretores em boas práticas de cibersegurança. Esse protocolo já foi adotado por mais de 15 mil profissionais em todo o país, demonstrando um movimento crescente na direção da profissionalização do setor.

Outro aspecto relevante discutido foi o papel das redes sociais e do marketing digital no futuro da profissão de corretor de imóveis. Especialistas como Carlos Ribeiro, ex-presidente do Secovi-SP e atual consultor do IBREP, enfatizaram que os corretores precisam migrar de uma abordagem tradicional para uma estratégia omnichannel. Isso significa integrar plataformas como Instagram, Facebook e LinkedIn com ferramentas de automação de marketing, como chatbots e e-mails personalizados. Ribeiro citou um estudo da consultoria McKinsey que mostra que corretores que utilizam estratégias digitais bem estruturadas conseguem aumentar suas vendas em até 40%. No entanto, ele ressaltou que o sucesso não depende apenas da tecnologia, mas da capacidade de criar conteúdo de valor, como vídeos explicativos sobre financiamentos ou guias de investimento imobiliário.

O legado do IBREP no futuro da profissão de corretor de imóveis foi reforçado pela apresentação de seu novo programa de pós-graduação em Gestão Imobiliária Digital, que será oferecido pela Escola Superior Imobiliária homologada pelo MEC. Esse curso, que será lançado em 2026, incluirá disciplinas como inteligência artificial aplicada ao mercado imobiliário, blockchain para transações seguras e análise de dados com big data. Segundo Martins, o objetivo é formar uma nova geração de corretores capazes de liderar a transformação do setor. “Não estamos apenas ensinando tecnologia, estamos preparando líderes que vão redefinir o que significa ser um corretor de imóveis no século XXI”, afirmou.

Para ilustrar a relevância dessas discussões, o evento contou com a participação de um case de sucesso: o corretor Paulo Henrique, de Blumenau, que implementou a ImobAI em sua rotina e conseguiu aumentar sua produtividade em 60% em seis meses. Ele relatou que, antes da adoção da ferramenta, passava em média 15 horas por semana com burocracia, enquanto hoje consegue dedicar mais tempo ao relacionamento com clientes. “A IA não tira o meu emprego, ela me dá mais tempo para fazer o que realmente importa: vender e cuidar dos meus clientes”, disse.

No entanto, nem todos os profissionais estão prontos para essa transformação. Durante o debate, alguns corretores mais tradicionais expressaram preocupação com a curva de aprendizado e o custo das novas tecnologias. Para eles, o IBREP sugeriu um modelo de assinatura flexível para acesso às ferramentas, permitindo que os corretores paguem apenas pelos recursos que precisam. Além disso, foram oferecidas bolsas de estudo para cursos de capacitação em tecnologia, visando democratizar o acesso ao conhecimento.

O evento também trouxe à tona a questão da regulamentação. Com a crescente digitalização, surgiram debates sobre a necessidade de uma lei específica para transações imobiliárias online, garantindo a mesma segurança jurídica das negociações presenciais. Diogo Martins destacou que o IBREP está em diálogo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para propor um marco legal que regule essas práticas, evitando abusos e garantindo a proteção dos consumidores.

Para encerrar, o evento deixou claro que o futuro da profissão de corretor de imóveis não é uma questão de se adaptar à tecnologia, mas de antecipar as mudanças e transformá-las em vantagens competitivas. Os profissionais que conseguirem equilibrar inovação com empatia, tecnologia com relacionamento humano, serão os verdadeiros líderes do mercado nos próximos anos. Como afirmou Ana Silva durante o encerramento: “O corretor do futuro não é aquele que sabe mais sobre imóveis, mas aquele que sabe mais sobre pessoas e como a tecnologia pode melhorar suas vidas.”

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