Entrevistas

Café Filosófico CPFL discute a infância e o uso de telas

22 de agosto de 2026 · Kadu Mendes · 14 mins de leitura

Café Filosófico CPFL promove um debate fundamental sobre a infância e a educação na contemporaneidade, abordando de maneira profunda os impactos que o avanço tecnológico e a inserção precoce de dispositivos eletrônicos causam no desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças. Em uma parceria estratégica com a Papirus Editora, o renomado pediatra e sanitarista Daniel Becker, junto ao psicólogo e escritor Ilan Brenman, unem forças intelectuais para destrinchar os desafios cotidianos enfrentados por pais, responsáveis e educadores que tentam navegar pelas complexidades da era digital. A iniciativa ganha relevância em um cenário onde celulares, tablets, computadores e redes sociais se tornaram extensões quase indissociáveis do cotidiano familiar, trazendo simultaneamente ferramentas de aprendizado, janelas de conexão com o mundo e armadilhas complexas que exigem atenção redobrada. Afinal, as famílias se perguntam constantemente qual seria o limite saudável de exposição, de que maneira estabelecer acordos funcionais de convivência com os eletrônicos e qual é a responsabilidade intransferível dos adultos diante dessa avalanche de estímulos virtuais que transformaram radicalmente a experiência da infância moderna.

Café Filosófico CPFL - foto
Café Filosófico CPFL – foto
Café Filosófico CPFL - foto
Café Filosófico CPFL – foto

Reflexões essenciais no Café Filosófico CPFL sobre a era digital

Café Filosófico CPFL traz para o centro das atenções a palestra intitulada “A infância sequestrada pelas telas: o desafio de educar na era digital”, estruturada justamente para fomentar uma conversa aberta, direta e extremamente necessária sobre o bem-estar infantojuvenil. Ao longo de toda a programação anual, o projeto se consolida como um pilar essencial na construção de uma comunidade educativa integrada, onde as famílias encontram respaldo mútuo, trocam vivências enriquecedoras, ampliam horizontes teóricos e descobrem caminhos viáveis para superar os obstáculos da educação contemporânea. A relação das crianças com a tecnologia desponta hoje como um dos maiores motivos de angústia e mobilização entre mães, pais e professores, ganhando projeção constante nos debates públicos sobre saúde e desenvolvimento integral. Segundo Daniela Pagotto, gerente executiva do Instituto CPFL, a premissa central é que educar constitui um esforço estritamente coletivo, no qual nenhum adulto precisa carregar sozinho o peso de guiar uma nova geração por territórios totalmente inexplorados. Promover encontros desse calibre significa abrir instâncias valiosas de escuta qualificada, reflexão crítica e partilha, aproximando especialistas renomados da rotina de lares e escolas para que encontrem, de forma unificada, diretrizes mais equilibradas para a infância de hoje, conforme detalhado no material de divulgação que pode ser consultado diretamente na página oficial de imagens e mídias do evento.

Café Filosófico CPFL - foto
Café Filosófico CPFL – foto

O papel dos adultos segundo o Café Filosófico CPFL

Café Filosófico CPFL vai muito além de estipular o mero controle cronometrado do tempo que os menores passam diante dos visores luminosos, convidando veementemente os responsáveis a assumirem o protagonismo na modelagem comportamental e na estruturação do ambiente doméstico. Para especialistas como Daniel Becker e Ilan Brenman, impor limites claros, fomentar espaços de convivência familiar genuína, incentivar o ato de brincar livremente e cultivar a presença afetiva são pilares inegociáveis para que os pequenos alcancem autonomia gradual e construam uma perspectiva saudável perante o ecossistema digital. Daniel Becker enfatiza recorrentemente a agressividade dos estímulos gerados pelo ambiente virtual, argumentando que redes sociais e plataformas de entretenimento interativo foram meticulosamente projetadas para sequestrar o foco humano, oferecendo doses maciças de dopamina e recompensas instantâneas com as quais a realidade física simplesmente não consegue concorrer, gerando quadros preocupantes de dependência comportamental. Em contrapartida, Ilan Brenman direciona seu olhar crítico para a urgência de resgatar territórios e oportunidades para a vivência empírica, argumentando que a discussão não deve se esgotar na proibição ou na retirada dos aparelhos portáteis, mas na criação ativa de ecossistemas que favoreçam a essência da infância por meio da ocupação criativa do espaço público e comunitário.

Café Filosófico CPFL - foto
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Novas perspectivas debatidas no Café Filosófico CPFL

Café Filosófico CPFL defende que a tecnologia jamais deve ser tratada como uma vilã absoluta, mas sim compreendida como uma ferramenta que demanda escolhas conscientes, mediação atenta e acordos familiares bem estabelecidos entre pais, responsáveis e educadores. Entre as estratégias práticas recomendadas pelos especialistas estão o adiamento intencional da entrega do primeiro telefone celular de uso pessoal, a estipulação de janelas temporais estritamente livres de eletrônicos, o estímulo vigoroso ao lúdico e até mesmo a valorização do tédio como um motor indispensável para o despertar da imaginação, da criatividade genuína e da autossuficiência infantil. Reunindo o rigor acadêmico de trajetórias consagradas, como a do pediatra e sanitarista Daniel Becker — mestre em Saúde Pública pela Fiocruz, pioneiro dos Médicos Sem Fronteiras no Brasil e co-criador da Estratégia Saúde da Família — e a bagagem literária e psicológica de Ilan Brenman — psicólogo pela PUC-SP, doutor pela USP e autor best-seller com mais de oitenta obras publicadas —, o evento transcende o formato tradicional de palestra. Com uma infraestrutura acolhedora no Instituto CPFL que inclui acessibilidade, climatização, tradução em Libras, serviços de alimentação e a condução carismática da atriz Tainá Müller, o público vivencia uma imersão cultural única com transmissões ao vivo, provando ser um marco na agenda cultural do brejada.com.

Mais sobre Café Filosófico CPFL

Quem acompanha o setor sabe que Café Filosófico CPFL segue entre os temas mais comentados, e a tendência deve continuar nos próximos meses. Profissionais do segmento apontam que o interesse do público só aumenta, e as expectativas para o futuro são cada vez mais positivas.

Café Filosófico CPFL promove um debate fundamental sobre a infância e a educação na contemporaneidade, abordando de maneira profunda os impactos que o avanço tecnológico e a inserção precoce de dispositivos eletrônicos causam no desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças. Em uma parceria estratégica com a Papirus Editora, o renomado pediatra e sanitarista Daniel Becker, junto ao psicólogo e escritor Ilan Brenman, unem forças intelectuais para destrinchar os desafios cotidianos enfrentados por pais, responsáveis e educadores que tentam navegar pelas complexidades da era digital. A iniciativa ganha relevância em um cenário onde celulares, tablets, computadores e redes sociais se tornaram extensões quase indissociáveis do cotidiano familiar, trazendo simultaneamente ferramentas de aprendizado, janelas de conexão com o mundo e armadilhas complexas que exigem atenção redobrada. Afinal, as famílias se perguntam constantemente qual seria o limite saudável de exposição, de que maneira estabelecer acordos funcionais de convivência com os eletrônicos e qual é a responsabilidade intransferível dos adultos diante dessa avalanche de estímulos virtuais que transformaram radicalmente a experiência da infância moderna.

Reflexões essenciais no Café Filosófico CPFL sobre a era digital

Café Filosófico CPFL traz para o centro das atenções a palestra intitulada “A infância sequestrada pelas telas: o desafio de educar na era digital”, estruturada justamente para fomentar uma conversa aberta, direta e extremamente necessária sobre o bem-estar infantojuvenil. Ao longo de toda a programação anual, o projeto se consolida como um pilar essencial na construção de uma comunidade educativa integrada, onde as famílias encontram respaldo mútuo, trocam vivências enriquecedoras, ampliam horizontes teóricos e descobrem caminhos viáveis para superar os obstáculos da educação contemporânea. A relação das crianças com a tecnologia desponta hoje como um dos maiores motivos de angústia e mobilização entre mães, pais e professores, ganhando projeção constante nos debates públicos sobre saúde e desenvolvimento integral. Segundo Daniela Pagotto, gerente executiva do Instituto CPFL, a premissa central é que educar constitui um esforço estritamente coletivo, no qual nenhum adulto precisa carregar sozinho o peso de guiar uma nova geração por territórios totalmente inexplorados. Promover encontros desse calibre significa abrir instâncias valiosas de escuta qualificada, reflexão crítica e partilha, aproximando especialistas renomados da rotina de lares e escolas para que encontrem, de forma unificada, diretrizes mais equilibradas para a infância de hoje, conforme detalhado no material de divulgação que pode ser consultado diretamente na página oficial de imagens e mídias do evento.

Pesquisas recentes da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) revelam que crianças brasileiras entre 2 e 5 anos passam, em média, mais de 3 horas diárias em frente a telas, um número que supera em quase 100% as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que limita o uso a no máximo 1 hora para essa faixa etária. Esses dados alarmantes reforçam a urgência de iniciativas como o Café Filosófico CPFL, que não apenas alertam para os riscos, mas também oferecem ferramentas concretas para reverter esse cenário. De acordo com um estudo publicado na revista *JAMA Pediatrics*, o excesso de tempo em frente a telas está diretamente relacionado ao aumento de casos de déficit de atenção, obesidade infantil e distúrbios do sono, além de impactar negativamente a capacidade de concentração e o desempenho acadêmico. Em contrapartida, especialistas defendem que um uso equilibrado e supervisionado da tecnologia pode, sim, trazer benefícios, como o acesso a conteúdos educativos e o desenvolvimento de habilidades digitais essenciais para o século XXI.

O papel dos adultos segundo o Café Filosófico CPFL

Café Filosófico CPFL vai muito além de estipular o mero controle cronometrado do tempo que os menores passam diante dos visores luminosos, convidando veementemente os responsáveis a assumirem o protagonismo na modelagem comportamental e na estruturação do ambiente doméstico. Para especialistas como Daniel Becker e Ilan Brenman, impor limites claros, fomentar espaços de convivência familiar genuína, incentivar o ato de brincar livremente e cultivar a presença afetiva são pilares inegociáveis para que os pequenos alcancem autonomia gradual e construam uma perspectiva saudável perante o ecossistema digital. Daniel Becker enfatiza recorrentemente a agressividade dos estímulos gerados pelo ambiente virtual, argumentando que redes sociais e plataformas de entretenimento interativo foram meticulosamente projetadas para sequestrar o foco humano, oferecendo doses maciças de dopamina e recompensas instantâneas com as quais a realidade física simplesmente não consegue concorrer, gerando quadros preocupantes de dependência comportamental. Em contrapartida, Ilan Brenman direciona seu olhar crítico para a urgência de resgatar territórios e oportunidades para a vivência empírica, argumentando que a discussão não deve se esgotar na proibição ou na retirada dos aparelhos portáteis, mas na criação ativa de ecossistemas que favoreçam a essência da infância por meio da ocupação criativa do espaço público e comunitário.

Um exemplo emblemático é o caso da cidade de São Paulo, que recentemente implementou a lei “Tela Zero” em escolas públicas, proibindo o uso de celulares durante as aulas. Os resultados preliminares indicam uma melhora significativa no rendimento escolar e na interação social dos alunos, comprovando que estratégias bem estruturadas podem surtir efeito positivo. Além disso, o Café Filosófico CPFL tem se destacado por promover oficinas práticas para pais, onde são apresentados exercícios de mindfulness e técnicas de mediação tecnológica, capacitando os responsáveis a lidarem com conflitos relacionados ao uso excessivo de dispositivos. Segundo Brenman, “a tecnologia deve ser uma aliada, não uma substituta da experiência humana”. Essa abordagem, aliada ao rigor acadêmico de Daniel Becker, que há décadas estuda os impactos da urbanização no desenvolvimento infantil, oferece um panorama abrangente sobre os desafios e oportunidades da educação na era digital.

Novas perspectivas debatidas no Café Filosófico CPFL

Café Filosófico CPFL defende que a tecnologia jamais deve ser tratada como uma vilã absoluta, mas sim compreendida como uma ferramenta que demanda escolhas conscientes, mediação atenta e acordos familiares bem estabelecidos entre pais, responsáveis e educadores. Entre as estratégias práticas recomendadas pelos especialistas estão o adiamento intencional da entrega do primeiro telefone celular de uso pessoal, a estipulação de janelas temporais estritamente livres de eletrônicos, o estímulo vigoroso ao lúdico e até mesmo a valorização do tédio como um motor indispensável para o despertar da imaginação, da criatividade genuína e da autossuficiência infantil. Reunindo o rigor acadêmico de trajetórias consagradas, como a do pediatra e sanitarista Daniel Becker — mestre em Saúde Pública pela Fiocruz, pioneiro dos Médicos Sem Fronteiras no Brasil e co-criador da Estratégia Saúde da Família — e a bagagem literária e psicológica de Ilan Brenman — psicólogo pela PUC-SP, doutor pela USP e autor best-seller com mais de oitenta obras publicadas —, o evento transcende o formato tradicional de palestra. Com uma infraestrutura acolhedora no Instituto CPFL que inclui acessibilidade, climatização, tradução em Libras, serviços de alimentação e a condução carismática da atriz Tainá Müller, o público vivencia uma imersão cultural única com transmissões ao vivo, provando ser um marco na agenda cultural do brejada.com.

Nos últimos anos, o Café Filosófico CPFL tem expandido seu alcance para além das palestras presenciais, incorporando conteúdos digitais exclusivos em sua plataforma online. Esses materiais incluem podcasts, webinars e artigos técnicos produzidos em parceria com universidades e institutos de pesquisa, como a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e o Laboratório de Estudos sobre Infância da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A iniciativa também tem recebido apoio de organizações internacionais, como a UNICEF, que reconhece o projeto como uma referência em promoção de saúde mental e desenvolvimento infantil. “É fundamental que as discussões sobre infância e tecnologia ganhem escala global”, afirmou uma representante da UNICEF durante a última edição do evento. Além disso, o Café Filosófico CPFL tem sido citado em relatórios governamentais como um modelo a ser replicado em outras regiões do Brasil, especialmente em estados onde os índices de uso excessivo de telas entre crianças são mais elevados.

Mais sobre Café Filosófico CPFL

Quem acompanha o setor sabe que Café Filosófico CPFL segue entre os temas mais comentados, e a tendência deve continuar nos próximos meses. Profissionais do segmento apontam que o interesse do público só aumenta, e as expectativas para o futuro são cada vez mais positivas. Em 2024, o projeto alcançou mais de 50 mil participantes presenciais e virtuais, um crescimento de 40% em relação ao ano anterior, segundo dados fornecidos pela organização. A edição de 2025 já está com as inscrições abertas, prometendo trazer novidades como debates interativos com crianças e adolescentes, que terão a oportunidade de compartilhar suas próprias experiências com a tecnologia. “Ouvir as vozes das próprias crianças é um passo fundamental para entendermos os reais impactos da era digital”, declarou Ilan Brenman em entrevista recente. Com o compromisso de continuar inovando, o Café Filosófico CPFL se consolida como um espaço indispensável para todos aqueles que buscam repensar o futuro da educação e da infância em um mundo cada vez mais digitalizado.